Toda sexta uma nova artista > Kim Gordon

Lembra no filme Juno, quando ela diz que sua banda preferida é um empate entre Patti Smith, The Stoogies e Sonic Youth? Não? Tudo bem, provavelmente você não assistiu tantas vezes como eu (um total de incontáveis vezes)!

Juno comenta sobre a baixista descolada do Sonic Youth: Kim Gordon. E é sobre ela que eu quero escrever hoje.

Kim Gordon começou sua carreira como artista visual e logo depois se tornou baixista, guitarrista e vocalista da banda Sonic Youth, fundada por ela e Thurston Moore no ano de 1981. Dez anos depois ela estreou como produtora do primeiro álbum de Hole (a banda da Courtney Love): “Pretty on the Inside”.

Durante os anos na banda Sonic Youth, participou da composição e dos vocais de inúmeras faixas, dentre elas “Shadow of a Doubt”, “Kool Thing” e “Little Trouble Girl”.

E se uma Kim Gordon pode causar um estrondo, imagina duas!

É essa experiência que a gente vivencia no videoclipe de “Little Trouble Girl” acompanhadas de um dos seres extraterrestres mais carismáticos que você já viu:

“Isso não é uma música, é uma experiência sensorial” – E nem fui eu quem disse!

No home record

Em 2019, Kim Gordon lançou o seu primeiro álbum solo “No home record”.

Ela comenta sobre a relutância em lançar esse álbum devido as expectativas que se formariam em torno dele, pois acredita que nada seria tão impactante quanto o Sonic Youth era.

Pra gente, quanto mais música nova pra ouvir, melhor!

Tem hora pra tudo: pra ouvir a banda e a carreira solo dessa artista extraordinária que continua influenciando gerações de mulheres pelo mundo.

Aperte os cintos (vendo o clipe você vai entender o porquê dessa chamadinha!) e prepare-se para algo muito além do convencional no videoclipe de “Sketch Artist”!

Girl in a band

Kim Gordon conta um pouco da sua trajetória e do término da banda, que tem relação com o término de seu casamento com o Thurston Moore, em um livro chamado “A garota da banda” (pressinto que será minha próxima aquisição na quarentena).

A biografia estreou entre os mais vendidos do New York Times em 2015, ano de seu lançamento.

Dentre os assuntos que fazem parte de sua narrativa estão o casamento, maternidade, feminismo, artes visuais e Música (com M de mulher).

E a gente sabe o como é difícil dar nome às coisas, né?

Kim se inspirou nos versos da música “Sacred Trickster” da antiga banda – “What is like to be a girl in a band?/ I don’t quite understand” (Como é ser uma garota em uma banda? Eu não entendo bem) – para dar nome à sua história (não poderia ser mais autobiográfico!)

A resposta para essa pergunta? Aperta o play >

Foto da capa: Reprodução/Youtube

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